Nintendo - 02/03/2012

[Retrô] O passado obscuro de Zelda

Por Unknown




Há quanto tempo, amigos leitores! Estamos de volta trazendo mais curiosidades da nossa tão querida história gamística.
Muitos aqui talvez conheçam o tema e podem até imaginar o que está por vir. Apesar de ser um assunto quase desconhecido e que muitos tentam esquecer, são muitos aqueles que fazem questão de nos lembrar!

Talvez a própria Nintendo queira me amaldiçoar por trazer o assunto a tona. Mas creio que todo fã de Zelda tem o direito de conhecer os três famigerados jogos lançados para série mas que nem mesmo a Big-N queira considerá-los como parte da franquia. Vamos a eles!


O nascimento da idéia


A história toda começa em meados da década de 80, quando o console que representava a Nintendo era o NES, ou Famicom no Japão. Desde a era do NES a Nintendo já buscava alternativas que possibilitassem o uso de CDs ao inves de cartuchos, porém as tentativas iniciais do Famicom Disk System apresentavam uma série de problemas e limitações, Alguns dos problemas eram a memória do disco ser facilmente apagada (comprometendo a qualidade e durabilidade) e a falta de segurança contra cópias e duplicações (deixando totalmente vulnerável a pirataria).

Nessa época, detalhes da tecnologia CD-ROM XA, desenvolvida simultaneamente pela Sony e pela Philips, foram mostradas ao público, deixando a Nintendo muito interessada. CD-ROM/XA era uma extensão melhorada do CD-ROM que já conhecemos, combinando em uma coisa só áudio, visual e dados para serem acessados simultaneamente.

Nintendo aproximou-se da Sony para então criarem o "SNES-CD". O contrato foi assinado após uma impressionante demonstração das capacidades que o processador da Sony poderia oferecer em conjunto com o SNES, convencendo a Nintendo.
Nascia a primeira tentativa sólida de incluir CDs nos consoles da Nintendo. O SNES-CD seria um console com a marca Sony e Nintendo rodando jogos em CDs mas totalmente compatível com jogos de SNES.

O sistema estava para ser anunciado, com data marcada para Maio de 1991, quando Hiroshi Yamauchi da Nintendo resolveu reler o contrato assinado em 1988. Para sua surpresa o contrato original concedia plenos poderes a Sony possibilitando-a ter controle total sobre quaisquer títulos gravados na mídia CD do SNES-CD, ou seja, controle sobre qualquer jogo desenvolvido para o sistema.

A reação de Yamauchi foi de que o contrato era totalmente inaceitável e secretamente cancelou todos os planos de parceria entre Nintendo e Sony. Ao inves de anunciar a parceria com a Sony, a Nintendo revelou aliança com a Philips, abandonando todo trabalho já realizado com a Sony. A nova parceria com a Philips foi cuidadosamente assinada dando poderes totais a Nintendo em relação aos sistemas Philips.

No fim, a parceria com a Philips também não deu muito certo e a Nintendo lançou seu novo console somente em 1996 que seria o Nintendo 64.
Após o fracasso da empreitada, mesmo com os plenos poderes dados a Nintendo sobre o sistema e jogos da Philips, o contrato garantia a Philips o direito de utilizar alguns dos nomes e personagens da Nintendo. Dessa maneira jogos como Hotel Mario e os três jogos de Zelda que falaremos nesse post foram criados para o sistema da Philips chamado CD-i, ou Compact Disc Interactive.


Ah! E como muitos talvez tenham imaginado, do fracasso e término da parceria entre Sony e Nintendo tivemos o surgimento de nada menos que o Playstation, inicialmente chamado de Play Station quando ainda previa compatibilidade com jogos de SNES. Inicialmente a Nintendo ficou indignada e lançou um processo contra a Sony alegando quebra de contrato. Um acordo foi feito, mantendo a compatibilidade de jogos de SNES. Porém, mais tarde essa idéia foi descartada mudando o nome do sistema para Playstation e retirando qualquer vínculo com a Nintendo.


Os jogos da "série" Zelda


Três jogos foram criados pela Philips e lançados para o Philips CD-i no início da década de 90: "Link: The Faces of Evil", "Zelda: The Wand of Gamelon" e "Zelda's Adventure".

Nenhum desses jogos são reconhecidos pela Nintendo como parte da franquia e não se encaixam em nenhum lugar da famosa cronologia Zelda. Como se não bastassem as péssimas lembranças da época para a Nintendo, os jogos são para lá de terríveis! Continuem lendo e vocês entenderão o porquê.


Link: The Faces of Evil


Link: The Faces of Evil é o primeiro jogo do famigerado trio. A história é bem simples, para não dizer preguiçosa.

História:

O jogo começa mostrando Link, protagonista da história, no castelo de Hyrule, agora em paz. Link mostra-se entediado e reclama o fato de tudo estar tão calmo para depois ser repreendido pelo rei Harkinian, pai de Zelda. Surge, então, um mago chamado Gwonam montado em um tapete mágico para trazer as boas novas (pelo menos para Link): Ganon tomou posse da ilha Koridai e somente Link poderá detê-lo segundo a profecia. Link é teleportado para a ilha e o mago lhe mostra as estátuas de pedra chamadas de "Faces of Evil", as quais ele deve conquistar. Enquanto isso Ganon se aproveita da ausência de Link e sequestra a princesa Zelda do castelo, mantendo-a cativa em seus domínios.

Agora é hora de Link ir atrás de sua aventura, ninguém mandou ficar reclamando.

A animação de abertura sempre nos rendem boas risadas.


No decorrer de sua missão, Link se depara com um feiticeiro que se disfarça de Princesa Zelda, um porco com características humanas, um sujeito que domina e ataca com fogo, uma garota-lobo de três olhos e um ciclope. Enfim, várias bizarrices mas nem tanto para quem já está acostumado com a série, não é mesmo?

Link se depara com Ganon para a batalha final, mas antes Ganon tenta convencer Link a se juntar a ele. Obviamente, o herói se recusa e derrota o malfeitor, salvando a princesa Zelda.
Link encontra Zelda realmente adormecida e a acorda relatando sua vitória sobre Ganon. Link, ainda pede um beijo a Zelda como recompensa, um lado arrogante e convencido que esperamos nunca mais ver!

Aliás, esse jogo é um grande exemplo de como o verdadeiro Link fica muito melhor como personagem calado em seus jogos. Vejam abaixo o vídeo do fim do jogo , acredito que a Zelda também desaprova as atitudes de Link.


Gameplay:

Link: The Faces of Evil é um jogo de plataforma, de visão side-scroll horizontal, assim como no Zelda II: The Adventure of Link, porém muito inferior em vários aspectos.


O jogador tem acesso ao mapa de Gwonam, e de início três áreas encontram-se disponíveis. Ao selecionar uma das áreas o jogador passa a visão lateral e enfrenta os monstros da fase.

Link começa o jogo com apenas a espada e o escudo, itens que Link trouxe consigo e que segundo Gwonam seriam suficientes para a missão. Quando está com a vida completa, Link é capaz de usar um ataque a distância que é projetado pela espada chamado Power Blast, do mesmo estilo de "Sword Beam" dos jogos originais da série. Como o botão de ataque é o mesmo para praticamente tudo, Link pode interagir com as pessoas e conversar dando espadadas. Bem estranho e bizarro. Imagine você acordando a princesa Zelda com uma espadada.

Outros itens utilizáveis vão surgindo no decorrer da aventura. Como o candeeiro (ou lamp oil como estamos acostumados) para ilumar o caminho, a corda para atingir lugares mais altos, e bombas para distruir inimigos ou obstáculos. A moeda do jogo se chama Ruby e pode ser conseguido derrotando inimigos.

Assim como nos jogos originais, a vida é limitada pelo número de corações no canto esquerdo superior da tela. Link começa o jogo com apenas três, mas vai conseguindo outras no decorrer do jogo. Quando Link perde todos os corações ele morre. O jogador terá duas tentativas para continuar próximo de onde morreu. Após a terceira derrota o jogador voltará ao mapa inicial e terá que começar aquela fase do começo, pelo menos os corações são recuperados porém todos os itens ganhos naquela fase são perdidos.

Repara-se uma grande semelhança com os jogos da franquia. Apostar num jogo que carrega o mesmo nome de uma franquia já famosa e usar praticamente todo o mesmo gameplay realmente te dá 80% de chances de acertar no jogo, certo? Errado! Esse jogo é tão ruim que nenhum fã de Zelda gostaria que ele existisse. A começar pela atuação péssima de Link e caótica dos outros personagens. Nem a Nintendo reconhece ou sequer lembra desses jogos ao falar sobre a franquia Zelda. Os jogos sequer são mencionados quando se fala em cronologia Zelda! Ainda bem, ne!

Bom, mas vamos continuar com os próximos jogos.


Zelda: The Wand of Gamelon


Em Zelda: The Wand of Gamelon a diferença mais notável é o protagonista do jogo, que dessa vez não é o Link mas sim a princesa Zelda. Mas.... as novidades acabam por aí.

História:

Na terra de Gamelon o reino do Duque Onkled é atacado pelas forças de Ganon, que de alguma maneira conseguiu escapar de seu confinamento novamente. O rei Harkinian decide ajudá-lo e pede a Zelda para que envie Link case o rei não volte em um mês. Passado um mês Zelda envia Link para ajudar seu pai já que o mesmo não retornou. Como Link também não dá as caras, a própria princesa Zelda resolve sair em busca dos dois acompanhada de Impa, personagem que já surgiu em diversos jogos da série como guardiã da princesa.

Essa é a abertura do jogo, que se assemelha muito ao jogo anterior, inclusive no aspecto bizarro.


As falas relacionados ao jantar popularizaram pela internet virando um meme e ganhando diversos vídeos feitos por fãs.

Zelda descobre que o rei fora capturado e que o paradeiro de Link é desconhecido, o que se sabe é que Link iniciou uma batalha e o resultado ninguém sabe.

Durante o percurso da história, Zelda encontra aliados, como Lady Alma, e inimigos já conhecidos da série, como a múmia Gibdo e o poderoso Iron Knuckle.

Zelda finalmente encontra o Duque Onkled, porém descobre que o mesmo traíra o rei e está trabalhando para Ganon. Zelda destrói o palácio, derrota mais um subchefe e salva Fari, um agente do rei que fora capturado também. Depois dessa demonstração de bravura muito maior que o Link é capaz de mostrar nesse jogo, Zelda encontra Ganon e o derrota em uma batalha final com a ajuda de dois itens: a varinha de Gamelon e a Lanterna Mágica.

O rei é resgatado e o traidor é preso. Mas o que aconteceu com Link? Através de uma animação tosca novamente o fim do jogo é apresentado e Zelda simplesmente atira um espelho na parede quebrando-o após ouvir um comentário infame de Lady Alma. Sem explicações Link surge do espelho quebrado mais perdido que o próprio jogador. Princesa Zelda e o rei dizem que nada aconteceu e que estão prontos para o banquete! Aparentemente nesse jogos os personagens só pensam em comida!


Gameplay:

Em Zelda: The Wand of Gamelon o jogador dispõe de praticamente os mesmos recursos e jogabilidade do jogo anterior. A visão side-scroll horizontal retorna e o jogador controla a princesa Zelda. Zelda utiliza-se de espada e escudo como o Link e também pode usar o Power Blast. Com o escudo ela se defende de ataques inimigos e com a espada ela os mata e tambem conversa e interaje com outros personagens. Os mesmos itens do jogo anterior são utilizados e a vida também é representada pelos corações.

Praticamente nada de novo foi acrescentado nesse jogo, a não ser o fato de você controlar Zelda, ainda que a jogabilidade não tenha mudado em nada.




Zelda's Adventure


Zelda's Adventure foi o terceiro e último jogo lançado para CD-i e apresenta uma jogabilidade bem diferente dos anteriores. Os desenvolvedores desse jogo não foram os mesmos dos dois jogos anteriores, isso fica claro nas diferenças gráficas e de jogabilidade.

História:

Nesse jogo a protagonista é novamente a princesa Zelda.
A história se passa em Tolemac. Link fora capturado por Ganon e com isso passou a dominar a terra de Tolemac, espalhando o medo e dando início a "Era das Trevas".

A princesa parte então para resgatar Link e descobre no caminho que deverá coletar sete sinais celestes para conseguir derrotar Ganon e trazer a paz e a "Era da Luz" a Tolemac. Famosas "fetch quests" da série Zelda.

As animações de abertura e encerramento do jogo, como era de se esperar, são terrivelmente criticadas. Porém dessa vez eles foram além. Ao inves de animação em desenho eles resolveram fazer live-action no mesmo estilo de Resident Evil 1.



Oh meu Deus! Que coisa horrível! Ainda bem que é o último!

Gameplay:

Dessa vez o jogador controla Zelda com a câmera vista de cima, como é feito nos primeiros jogos originais da série, porém com a diferença de que os gráficos parecem fotos de baixa resolução.


O jogador deverá enfrentar monstros e chefes nos sete templos para resgatar os 7 sinais celestes.
Zelda deixa seu espírito Xena de lado e utiliza-se apenas de sua varinha como arma principal. No início ela serve apenas para bater igual a uma espada, mas conforme o curso do jogo, Zelda consegue acesso a outras magias que permitem a varinha ter ataques diferentes e mais úteis, alguns semelhantes com os itens que o Link usa, como o bumerangue. O custo de uso das magias são Rupees.

Alguns itens novos surgiram nesse jogo, como velas para iluminar locais escuros, bússola para teleportar o jogador para um templo específico, harpa que teleporta para a entrada do templo, repelentes para afastar zumbis, jangada para se deslocar sobre a água e o Frasco do Vento que permite mover sua jangada mesmo quando não há vento.


Desenvolvimento, curiosidades


Do acordo feito entre Nintendo e Philips após o fracasso da parceria, Philips detem o direito de utilização de cinco personagens da Nintendo: Mario, Luigi, Link, Zelda e Ganon.

Apesar dos esforços da Philips em elevar a capacidade do sistema ao máximo com o desenvolvimento dos três jogos da série Zelda, o sistema não fora projetado para ser um console de videogame dedicado. Sendo assim, limitações e problemas com os jogos eram o que não faltavam, desde problemas com controles, lags, bugs, audio, gráficos, memória e acessos a disco.

Link: Faces of Evil e Zelda: Wand of Gamelon tiveram um orçamento relativamente baixo de 600 dólares cada e um tempo curto de apenas um ano para desenvolvimento dos dois jogos, considerando completos e funcionais para lançamento. A desenvolvedora desses dois jogos, Animation Magic, decidiu utilizar a mesma engine gráfica e os mesmos aspectos para ambos os jogos, poupando assim tempo. O resultado foi o que vimos, dois jogos praticamente iguais.

As animações de Link: Faces of Evil e Zelda: Wand of Gamelon foram feitas por quatro animadores russos, liderados por Igor Razboff, e todos eles participaram do projeto nos Estados Unidos. Essa foi a primeira vez que terceirização russa foi utilizada por uma empresa americana.
Os outros desenvolvedores que compunham o projeto eram três programadores, um músico e um escritor free-lancer que criou os scripts e o design.
Artes de cenário foram criados por artistas locais de Cambridge e a dublagem atores locais da AFTRA, um grupo de talentos e atores americanos.

Os cenários de Zelda's Adventure foram criados a partir de filmagens feitas próximo a estrada de Santa Monica Boulevard, em Califórnia, filmagens do Havaí feitas por helicóptero e fotos de viagens dos próprios desenvolvedores. Essa idéia mostrou-se frustrante so desenvolvedores, devido a detalhismo das fotos, causando lentidão e alto uso de memória RAM, coisa que o sistema não era capaz de suportar.

Zelda's Adventure gastou dois anos em fase de testes, um tempo maior do que foi utilizado para desenvolver o jogo.
Várias músicas foram criadas e nunca utilizadas no jogo. Desenvolvedores tinham dificuldades em garantir a funcionalidade de várias partes do jogo, provavelmente por isso a fase de testes foi tão longa.

Em Zelda's Adventure, Tolemac é Camelot ao contrário.

Recepção do público


Todos os três jogos foram desenvolvidos com orçamento baixo. Além de não serem mais do que cópias dos jogos originais eles pecaram na qualidade devido as limitações de recursos e sistema.

A revista americana Electronic Gaming Monthly nomeou Link: The Faces of Evil como um dos piores jogos já feitos. IGN definiu as animações como infames e de mau gosto, outros consideraram piadas e bizarras. A revista Wired afirmou que os gráficos eram dos piores já feitos e as animações demasiadas simplórias e artificiais. As vozes foram muito criticadas como amadoras, e hilárias (no mal sentido).
O único elogio que Link: The Faces of Evil recebeu foi em relação a arte de fundo, que realmente não é ruim, e o gameplay, que afinal era parecido com os jogos originais.

Zelda: The Wand of Gamelon recebeu as mesmas críticas negativas de seu antecessor, incluindo gráficos, animações, vozes, interpretação e jogabilidade. O jogo é praticamente igual ao anterior, amenizando em nada a indignação dos fãs. Electronic Gaming Monthly, GameTrailers e outros novamente listaram o jogo no topo dos piores jogos da história.

Zelda's Adventure ganhou novas críticas devido as animações feitas no jogo. Ainda que os gráficos sejam bem diferentes dos jogos anteriores e a animação seja live-action ao invés de desenho, as reclamações foram semelhantes. A atuação foi descrita como robótica, as roupas ridículas e os cenários digitalizados horríveis. A história é odiada pelos fãs e novamente o jogo é ignorado e esquecido.
A dificuldade do jogo foi criticada também devido aos controles defeituosos e a jogabilidade se resumir a tentativa e erro para se descobrir a maneira correta de se derrotar inimigos. Além disso, os longos tempos de carregamento e os problemas de frate rate dixam o jogo ainda mais frustrante e injogável de acordo com os críticos.

Para os fãs, esses jogos são a ovelha negra da família Zelda.

Aceitação da Nintendo


Os jogos foram desenvolvidos sem qualquer envolvimento da Nintendo e nunca são reconhecidos pela própria. Um exemplo da total ignorância por parte da Nintendo é o fato de ela ter lançado o The Legend of Zelda: Collector's Edition, uma compilação dos primeiros jogos de Zelda, alegando conter todos os jogos anteriores ao GameCube, mas que não inclui e nem sequer faz menção aos três jogos do CD-i. Demonstrando o seu completo descaso com os três jogos e desejando realmente apagar sua existência e vínculo com a série Zelda.

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